A capital de São Tomé e Príncipe é a cidade de São Tomé, com cerca de 72.000 habitantes. População do país, gentílico, origem do nome e o que ver na capital.
A capital de São Tomé e Príncipe é a cidade de São Tomé, situada no nordeste da ilha maior, com cerca de 72.000 habitantes. O gentílico do país é são-tomense (ou santomense) e a população total é de 235.536 habitantes, segundo os dados mais recentes do Banco Mundial.
Abaixo tem a ficha rápida do país, a origem do nome, o que ver na capital e as respostas às perguntas mais comuns: quantas ilhas tem, quais são as principais cidades e como se organiza o território.
Neste artigo
- Ficha rápida do país
- Porque se chama São Tomé?
- A cidade de São Tomé: o que é e o que ver
- Quantas pessoas vivem em São Tomé e Príncipe?
- O gentílico: são-tomense
- Organização territorial
- Perguntas frequentes
- Conheça a capital e tudo o resto
Ficha rápida do país
- Nome oficial: República Democrática de São Tomé e Príncipe.
- Capital: São Tomé (cerca de 72.000 habitantes).
- Outras cidades: Neves (cerca de 7.400 habitantes) e Santo António, na ilha do Príncipe (cerca de 2.600).
- População total: 235.536 habitantes.
- Gentílico: são-tomense ou santomense.
- Área: 1.001 km².
- Língua oficial: português, a par dos crioulos locais.
- Moeda: nova dobra (STN), com câmbio fixo de 1 € = 24,5 dobras.
- Religião: cerca de 73% católica.
- Regime: república semipresidencialista.
- Independência: 12 de julho de 1975.
Porque se chama São Tomé?
Os navegadores portugueses João de Santarém e Pêro Escobar avistaram a ilha maior a 21 de dezembro de 1471, dia em que o calendário litúrgico celebrava São Tomé apóstolo. Seguindo o costume da época, deram-lhe o nome do santo do dia.
A ilha mais pequena foi primeiro batizada como Santo Antão e mais tarde passou a chamar-se Príncipe, em honra do príncipe herdeiro de Portugal, a quem eram destinadas as receitas do açúcar da ilha.
Quando os portugueses chegaram, as ilhas estavam completamente desabitadas. Tudo o que hoje é são-tomense (a língua, a cozinha, a música, a arquitetura das roças) nasceu do encontro forçado entre colonos europeus e a população africana escravizada trazida do continente. É uma história dura, e é a única história que este país tem.
A cidade de São Tomé: o que é e o que ver
É uma capital pequena, tranquila e fácil de percorrer a pé, com arquitetura colonial portuguesa um pouco descascada e um ritmo a que aqui se chama leve-leve. Concentra a administração, o porto e o único aeroporto internacional do país. Pertence ao distrito de Água Grande.
Museu Nacional, no Forte de São Sebastião
Instalado no forte do século XVI que defendia a baía. É o melhor sítio para perceber a história do arquipélago numa hora.
Praça da Independência
O coração institucional, com o Palácio Presidencial e os edifícios coloniais mais representativos.
A Sé Catedral
Uma das construções religiosas mais antigas da África subsariana, com origem no século XVI.
O mercado municipal
Onde a cidade pulsa de verdade: fruta tropical, peixe do dia, especiarias e uma intensidade que não encontra em mais nenhum ponto do país. Vá de manhã.
O embondeiro da Boa Morte
No bairro da Boa Morte ergue-se um embondeiro monumental a que chamamos a Árvore Sagrada. Não aparece nos guias e a maioria dos visitantes nunca o vê.
Um aviso útil: as praias junto à capital não estão limpas. Se vem à procura de praia, tem de ir às do norte ou do sul da ilha. Veja as melhores em o que fazer em São Tomé e Príncipe.
Quantas pessoas vivem em São Tomé e Príncipe?
235.536 habitantes em todo o país. Para ter uma ideia: é o segundo país menos populoso de África, a seguir às Seicheles, e tem menos de metade dos habitantes do concelho de Lisboa.

Viagem em destaque
Circuito São Tomé e Príncipe: 8 Dias
Cerca de 96% da população vive na ilha de São Tomé; o Príncipe ronda os 8.000 habitantes. É uma população muito jovem, com idade mediana à volta dos vinte anos. E há uma grande comunidade são-tomense a viver em Portugal, sobretudo na área de Lisboa, o que explica a ligação aérea direta e a afluência de voos no Natal e no verão.
O gentílico: são-tomense
Diz-se são-tomense, com hífen, igual no masculino e no feminino: um são-tomense, uma são-tomense, os são-tomenses. Também é correta a forma santomense, muito usada no próprio país. Para a ilha do Príncipe usa-se principense.
Organização territorial
O país divide-se em seis distritos na ilha de São Tomé (Água Grande, onde fica a capital, Cantagalo, Caué, Lembá, Lobata e Mé-Zóchi) e na Região Autónoma do Príncipe, que tem governo e assembleia próprios.
Perguntas frequentes
Qual é a capital de São Tomé e Príncipe?
A cidade de São Tomé, com o mesmo nome da ilha e do país. Fica no nordeste da ilha maior e tem cerca de 72.000 habitantes.
Quais são as principais cidades de São Tomé e Príncipe?
São Tomé, a capital; Neves, na costa noroeste, a segunda localidade da ilha; Trindade, no interior; e Santo António, capital da ilha do Príncipe.
Quantas ilhas tem São Tomé e Príncipe?
Duas ilhas principais, São Tomé e Príncipe, e vários ilhéus, entre eles o Ilhéu das Rolas, por onde passa a linha do Equador. Situamo-las no mapa em onde fica São Tomé e Príncipe.
Qual é o gentílico de São Tomé e Príncipe?
São-tomense ou santomense, invariável em género.
Que língua se fala na capital?
O português, a língua oficial, que praticamente toda a gente fala, a par do crioulo forro. Explicamos tudo em que língua se fala em São Tomé e Príncipe.
Vale a pena dedicar tempo à capital?
Meio dia ou um dia chega. O que é verdadeiramente singular no país está fora: as roças, a floresta e as praias.
A cidade de São Tomé é segura?
Para um visitante atento, em geral sim, mas convém prudência. O Portal das Comunidades Portuguesas alerta para um aumento da criminalidade nos últimos meses e recomenda cuidado sobretudo à noite, porque a iluminação pública é irregular, e evitar andar sozinho. Desenvolvemos o tema em é seguro viajar para São Tomé e Príncipe.
Conheça a capital e tudo o resto
O nosso Circuito de 8 dias por São Tomé e Príncipe dedica o último dia à cidade (Museu Nacional, Praça da Independência, mercado e o embondeiro da Boa Morte) depois de percorrer o café, o cacau e as praias do sul. É uma viagem privada com guia local oficial, desde 1.250 € por pessoa, sem voos.
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